sábado, 15 de julho de 2006

VOO DA BORBOLETA

Perdi a sombra, o rasto do vento….

Encontro-me naquele local secreto,

De que não falo, nem mesmo a ti…

E, onde me escondo

Quando tenho que estar sozinha,

Mergulhar na tranquilidade das ondas,

Cobrir de algas e sal a minha pele…

Há dias em que temos de estar sós…

Que nos pertencem integralmente,

Em que simplesmente sonhamos

ou em que imaginamos ter outra vida, outros desejos

Mas, no final, voltamos a encontrar-nos,

plenamente nos braços de quem diz suavemente o nosso nome….

Como o voo da borboleta….

4 comentários:

Silêncios disse...

Sorrio...

dreams disse...

o estar sós, refugiadas em nós também é útil... faz-nos crescer...

e se depois do isolamento encontramos os braços de quem nos ama... que mais podemos querer...

um beijo doce *
“·.¸Dreams¸.·”

TMara disse...

ou tão simplesmente estar sós para melhor sabermos de nós...?
no fundo é disso k fala este teu belo poema de amor.
Bjs. luz e paz em teu cmainhar e bom domingo

Su disse...

:) tenho andado tb assim... estranho n é, precisar-mos as vezes de um retiro.

e Osho? já o tens?

:)