domingo, 26 de fevereiro de 2006

UM SIMPLES OLÁ

A falta que me fazes!
Estou tão só, tão confusa e porque não admitir? Com medo!

Não posso falar com os meus Pais e embora saiba que as minhas irmãs me apoiam, elas têm a sua própria vida para gerir.

Às vezes, uma pessoa alheia à situação é capaz de a analisar friamente e chamar-me a atenção para factos que, por estar tão envolvida, considero irrelevantes e a chave poderá estar aí.
Mas tu tinhas que “banalizar” a relação e por isso, afastamo-nos.
Preciso do teu apoio agora e tu só pensaste no teu prazer!
Gostava tanto de chorar nos teus braços, em vez de escondida entre os lençóis para que os meus Pais não ouçam e tu nem sequer me atendes o telemóvel!
Para quê dizer tantas vezes “amo-te, adoro-te” e depois desapareces, deixando-me um rasto fácil de seguir, mas cujo acesso me cortaste!
Ou talvez nem sequer saibas do que estou a falar, da encruzilhada onde me encontro, do penhasco donde posso cair, porque vives num mundo completamente aparte.

Hoje, deixei de acreditar em tudo, até mesmo nesta citação:

Amor é a tempestade do prazer e o encanto da doçura”

Porque é que não me dizes nada?
Nem que seja um simples Olá?!!

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