terça-feira, 25 de abril de 2006

MEMÓRIA E SENTIMENTOS II

Não há dúvida que fiz uma pergunta complicada, mas o que é que não é complicado na vida?
É um desafio e o tema tem que ser discutido abertamente.
Não é um tema “light”, pode mesmo abrir velhas feridas - a mim abriu - mas, apesar dos riscos, está sempre presente, pois procura-se uma resposta.
A que perguntas?
O amor sente-se, mas como é que se sente?
Porque é que somos infelizes com determinada pessoa e com outra, encontramos o Santo Graal?

2 comentários:

Pitucha disse...

Bem querida Marta, este teu blogue é um tratado de vida!
Acho que temos que aceitar que algumas perguntas nunca terão resposta! Talvez esteja aí a chave da sabedoria!
Mas eu compreendo-te, também sou perguntadora e há momentos em que a procura de respostas é a mola que me faz acordar cada dia!
Beijos grandes

AS disse...

Fico admirado quando alguém me pergunta como se sente o amor e implicitamente o que é o amor,
porque quem ama, deveria ter todas as respostas.
O amor é saber que existe uma parte de nós que deixou de nos pertencer. O amor é saber que vamos perdoar tudo a essa parte que não é nossa. O amor é sermos fracos. O amor é ter medo e querer morrer.

Quanto a não sermos felizes com alguém que julgavamos amar e poder sê-lo com outro alguém que nos toma por inteiro, acho que não foi apenas e só uma parte de nós que deixou de nos pertencer!... mas sim uma cumplicidade total na estranha sedução de todos os sentidos

Um abraço