domingo, 30 de abril de 2006

DO FUNDO DO CORAÇÃO

Não estou com vontade nenhuma de fazer a tradução Português – Francês! Nenhuma!
Podia levar os papéis comigo, sentar-me numa esplanada na Foz,
mas o barulho e o riso de quem passeia ou se bronzeia associados ao cheiro forte do mar, em breve me distrairia e acabaria por não fazer nada.
Assumi um compromisso; falta pouco mais de um mês para fazer o exame e portanto, tenho que seguir o programa que estabeleci.
Talvez porque o dia está tão convidativo, eu estou a “embirrar” com palavras tão simples como o “qui” e o “que” e a pensar porque é que consideram o francês a língua ideal para o amor.
Na minha (modesta) opinião, a linguagem do amor é universal – não há uma língua específica para ilustrar o amor, uma vez que o amor se sente.
Reflecte-se no olhar, esconde-se no sorriso e percorre o corpo!
Je t’aime, I love you ou amo-te,
dizer à qualquer hora, …………..
à luz da lua, ao nascer do dia, na escuridão do quarto
– nunca de forma leviana, banal, mas do fundo do coração!

2 comentários:

AS disse...

"a linguagem do amor é universal – não há uma língua específica para ilustrar o amor, uma vez que o amor se sente.
Reflecte-se no olhar, esconde-se no sorriso e percorre o corpo!"

Permito-me sublinhar este fragmento de texto...

Um beijo

Pitucha disse...

Concordo que a linguagem do amor seja universal, como universal me parece ser também as incompreensões e a infelicidade que essa linguagem pode trazer...
Talvez porque no fundo não saibamos o que é o amor e o confundamos com outros sentimentos, com outras sensações.
Beijos