segunda-feira, 3 de abril de 2006

FALAR DE PAIXÃO

Quando falo de "paixão", digo geralmente que "ultrapassa os sentidos" e digo-o porque é assim que a concebo.

Não há palavras que possam descrever as sensações contraditórias e, ao mesmo tempo doces, que fervilham, sem qualquer explicação no sangue!

Em que a cabeça é projectada para a lua e afasta-nos da razão,

porque paixão é isso – perder a noção de tudo;

do certo, do errado,


do duvidoso,

do misterioso,

do simples e do complicado;

o coração parece ter invadido cada pedacinho da nossa pele, dos nossos ossos, expondo tudo!

Faz-nos sentir nuas, loucas, exuberantes!

Talvez seja por isso que, quando tudo se desfaz, a queda seja rápida e dolorosa ;

talvez seja por isso que haja pessoas que dizem que estamos apenas a viver uma fantasia; que a paixão não existe!

A paixão não existe, sim mas é para elas que nunca a experimentaram!

Fantasia ou não – viver com paixão é enfrentar a vida, é enriquece-la, é vibrar com ela!

Mesmo que haja lágrimas – mas nem tudo pode ser doce, pois não?
Não saberia ao mesmo, pois não?

2 comentários:

lazuli disse...

acredito na paixão. Há tantas cores como no arco íris, tantas. São tão diferentes as paixões. Por isso acredita-se nela, pois no meio de tantas cores talvez se possa ter o privilégio de ver pelo menos uma.

Beijos

fernanda

r.raissa disse...

Paixão, sem definição, e andar com a cabeça nas nuvens e os pés longe do chão, existe sim, e vale a pena sentir