sábado, 25 de março de 2006

SIMPLESMENTE ACONTECEU

Não sei por onde andas; não sei o que fazes; nem sei como te procurar”

foi o que escrevi no meu post, mas esta manhã, ao acordar, concluí que
se me quisesses encontrar, verdadeiramente, já o terias feito.
Ou deixavas que eu te encontrasse!
Dei-te todas as pistas, abri ainda mais as portas da minha Torre, há um novo candeeiro no meu jardim e parece que te evaporaste!
No ar, com a chuva e com o vento!
Estou a retomar velhos hábitos,
coisas que fazia
e que larguei para te dar espaço.
Espaço que
te dei de boa vontade,
de que não reclamei,
ao qual não impus limites –
era única e exclusivamente teu!
Agora:
Voltei a sentar-me naquela café, com o livro aberto e
sei que o telemóvel não vai tocar
para conversarmos antes de eu entrar no escritório.
Ao fim da tarde, vou tranquilamente fazer yoga e
desligo o telemóvel mais cedo,
porque sei que ninguém me vai ligar às 11h da noite,
para conspirar comigo antes de dormir.
E tendo redescoberto esse prazer,
vou tomar um chá bem quente e um scone às 6ªs Feiras ao fim da tarde, antes de vir para casa e preocupar-me com os meus Pais.
Só?
Não, esta solidão é diferente – não é pesada, porque não é imposta! Aconteceu!
E sobre isso, falaremos mais tarde noutro post!

1 comentário:

lique disse...

Quando nos conseguimos sentir bem dentro da solidão e preenchemos da melhor forma a nossa vida, vamos a caminho de deixarmos de nos sentir sós! :)
Beijinhos