quinta-feira, 2 de março de 2006

CERIMÓNIA DO CHÁ


Não é que eu não goste do modelo da DIM
quem é que não iria gostar de ver, tocar num homem assim, com a camisa aberta, o que lhe confere um ar extremamente charmoso e sedutor, com o peito musculoso à mostra e com o cabelo negro a cair daquela maneira trocista sob os olhos?
Claro que gosto; é um regalo para a vista, faz-me sentir vaidosa e feminina.
Bem sei que é virtual, o que, neste momento é uma vantagem – não vou ficar a imaginar desculpas plausíveis para ele não responder às minhas chamadas ou ignorar o e-mail que enviei, contando os meus dramas e os meus medos.
Ainda bem que há excepções, pois estou certa que um ou dois bloguistas que, por aqui passam, não se importariam de me acompanhar à exposição – pois é de uma exposição que falo – cuja tema é o chá.
Infelizmente, para mim não tive tempo de ler o placard e não encontro qualquer outra referência à EXPO CHÁ.
Isto significa que terei que sair na paragem antes da habitual e procurar o placard para saber os detalhes.
Porque quem sabe se não vou assistir à cerimónia do chá japonesa?

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