sábado, 4 de agosto de 2007

TER-TE





O meu grito...


Com o das gaivotas........


Se confunde......


Gritos desesperados,
presas que estão num voo sem rumo, sem aventura.......


Posso ter....
o regaço vazio........


Mas a memória de sonhos e desejos.........
Ilusões e esperanças.....
Cheia .....


Culpa? Remorso??
Terá sido por isso o meu grito??
Mas expiados....esses "pecados"........já estão....


Solidão?
Como??........Se a ti te tenho.............


P.S.: Imagem tirada da Net

7 comentários:

.:mÁrCiO:. disse...

Tal como o grito das gaivotas, espero que as "tuas" pessoas te ouçam para te poderem ouvir...
Seja lá porque forem, é sinal que algo não anda bem... espero que encontres aquele ombro amigo!
Falta de algo mais do que a presença da pessoa!?!

Alexandre disse...

A solidão é relativa! Quantas vezes nos sentimos sós e abandonados no meio da multidão e outras vezes acompanhados mas sozinhos!!!

A nossa alma é que tem que estar sempre acompanhada, o nosso corpo aguenta bem a solidão!!!

Muitos beijinhos!!!

C_britto disse...

Marta,

Compreendo bem o que queres dizer, no poema.

É como se estivéssemos perdidos no labirinto qual a nossa própria alma construiu.

Cuida-te.

Beijooss.

Teresa David disse...

A solidão partilhada com um imaginarário de amor bem concebido em palavras.
Tenho andado fugida e poderás ver porquê no post do meu reaparecimento.
Bjs
TD

PEDRO disse...

Não anda por aí ninguém a conspirar destinos trágicos, portanto levanta essa cabeça. A solidão não é eterna... Eterno é o amor
Beijinho linda Marta.
Pedro

cõllybry disse...

Que grito dorido amiga...que seja um só momento...

Doce beijo

starxandra disse...

Mesmo acompanhados por vezes sentimos a solidão...nem que seja uma doce solidão...
beijinho.