quarta-feira, 3 de janeiro de 2007

SABORES

Por vezes,
de ti medo tenho.......
Ou ciúmes dessa tua aparente tranquilidade.......
De como descreves as curvas,
ou moldas as escarpas
ou a terra sulcas........
Lanças o teu perfume,
registas a tua marca,
dás um sabor exótico ao vinho......

O vinho que te consagrou......
Que te brinda........
Num cálice,
Em escandalosos reflexos de cor, sabores
e emoções.........

5 comentários:

C_BRITTO disse...

Marta, amiga!
Eu é que tenho que te agradecer pelas visitas!
Tu disseste que estás falando da tua cidade?
Hummm... Deve ser uma cidade maravilhosa! Merecedora de poemas tão brilhantes, e de forte inspiração!!!
Abraços querida, aqui chove desdo dia 30.

Conceição Bernardino disse...

Olá
Nasceu um novo sorriso em 2007, pois podemos estar longe mas o mundo torna-se pequeno quando te sinto por perto.
Obrigada
Beijinhos
Conceição Bernardino

Teresa David disse...

Começas o Ano com mais um dos teus bons poemas. Ainda bem para nós termos o prazer de os ler!
Bjs
TD

Alexandre disse...

Ah, um belo poema de cor azul...
Todos nós temos medo por vezes daquilo que é mais difícil de alcançar, sejam coisas, sejam pessoas...

e, então, quando tudo aparece misturado em reflexos de cor, sabores e emoções mais difícil é discernir...

Mas talvez a vida seja boa assim... com enigmas, com avanços, com recuos... são estas coisas que nos dão vontade de fazer coisas, de criar, de imaginar...

Beijinhos!!!!

Pierrot disse...

Não há bela sem senão e por detrás dessa aparente tranquilidade podes estar algo que nos assuste...
Ou então, o medo está mesmo em nós...
Feliz 2007.
Tudo de bom para ti
Bjos daqui
Eugénio