quarta-feira, 3 de outubro de 2007

SOM DA CHUVA







Refugio-me…
No som da chuva…
Deixo que tudo escureça…
Nessa escuridão eu me perca…
Não te encontre ….
Não decifre as pistas que me deixas…
Porque eu sei que sempre as deixas….
Mas nem sempre as encontro…….
Por não as conseguir desvendar….
Ou porque não queres que te encontre?..........
No entanto, tudo o que te pedi…
Foi que me amasses……………

6 comentários:

Maria Clarinda disse...

Simplesmente maravilhoso e sentido o teu poema.
Jinhos

Sol da meia noite disse...

Marta, o mais lindo que aqui li...
Mas o mais sofrido também...

Nada esperes de quem amas... assim quem amas, jamais te desiludirá!
E não te iludas com pistas deixadas... não passam de posturas...

Quem ama, não deixa pistas, abre a alma e deixa entrar... e ficar...

Mil beijinhos!

Márcio disse...

Quando se ama cegamente, não se ama de verdade! E o verdadeiro amar, ainda por aí perdido... à espera de um sinal!

belakbrilha disse...

Simples pedido...
mas por vezes tão difícil!
Amar e ser amado...só!!!

bjs

Alexandre disse...

A chuva desvanece por vezes as pistas que ficam no caminho... mas a intuição vence esse desvanecer e reencontra as pistas mesmo que elas não se vejam...

Muitos beijinhos!!!

Paula Raposo disse...

Gosto deste poema multiplicado!! Beijos, bom fim de semana.