quarta-feira, 14 de fevereiro de 2007

SOAR A BANAL


Pouco convencional

Continuo a ser........

Pois, declaração de amor,

escrever não vou.......


Seguir a brisa eu vou.......

Desafiar as leis de gravidade......

Romper com convenções

e descer nos recantos mais escuros.....

Onde ninguém sorri.......

ou sabe mesmo o que isso é......

Uma palavra de apreço,

de carinho ou de amor nunca recebeu............

O amor não floresce um único dia no ano,
como as Rosas de Atacama**......

Por muito que isto soe a banal..........

Hoje, só vos deixo um sorriso.....

Genuíno, de alma, de coração........

**No deserto de Atacama no Chile – Título também de um livro de Luis Sepúlveda

8 comentários:

Teresa David disse...

Sinto um sabor a ligeira desilução neste poema, mas quem sou eu para o dizer dp do escrevi nas minhas rimas! Mas, como sempre te tenho dito, a felicidade passa mais por nós próprios que por quem nos acompanha, quando por vezes, andam sempre no passeio do outro lado da rua.
Bjs
TD

Lia disse...

O amor nunca poderá ser banalizado...

Beijinhos

Alexandre disse...

É melhor romper com convenções e descer nos recantos mais escuros do que fazer declarações de amor... uma palavra de apreço, de carinho ou de amor têm mais força que certas declarações de amor... estas podem ser banais, telenoveleiras mas um sorriso genuíno jaamais será banal...

Betty Branco Martins disse...

Minha Querida Marta

De banal - o amor não tem nada - quem ama sabe!!!:)))

Happy Valentine's Daiy

Beijinhos com carinho

Borboleta disse...

;) um feliz dia para ti;) jinhos

125_azul disse...

Que para ti o amor floresça então todos os dias do ano! Que lindo ficou o teu poema em resposta ao desafio! Beijinhos

Pierrot disse...

Muito bom, Sepulveda.
Que não haja amor um dia por ano... mas antes nos restantes...
É como o dia 25 de Dezembro...
Bjos daqui
Eugénio

Entre linhas... disse...

Minha amiga Marta Dia dos Namorados é como o Natal,é sempre que o Homem queira,julgo que o mundo do MKT é prevalesse e leva a unduzir as pessoas a um consumismo disparatado,até porque os sentimentos não se compram conquistam-se com o podr do coração.

Até mais,foi um prazer

Jinhus Zita