sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

NA ETERNIDADE

Ah, as confidências que à lua eu faço.......

Enquanto por ti espero........


Será que a minha alma ouves?

Será que Zeus te aprisionou no Olímpio

e duras tarefas terás que executar até comigo te reunires?

Mas eu,
................Hércules não quero....


É a ti..............

Ouve a minha alma...........

Aqui, ao abrigo da lua.........

Aqui, na eternidade...............
P.S.: Luna, cantada por Alessandro Safina e dedicado a alguém com o mesmo nome

6 comentários:

DE PROPOSITO disse...

Ouve a minha alma...
Aqui ao abrigo da lua...
...................
A força expressiva da palavra através da prosa ou da poesia.
É evidente que a lua não abriga ninguém e hoje até se sabe que a mesma não tem vida. O muito que ela poderá fazer será bisbilhotar uma vez que está num ponto estratégico. Também nas fases de lua-cheia poderá ser benéfica para quem anda de noite por caminhos não iluminados.
Fica bem.
Um beijinho.
Manuel

Escuta o teu mundo... disse...

Olá Marta, como sempre adorei!
Quero te desejar um optimo Natal e um optimo Ano 2007 cheio de tudo que desejares.
BJ
:)

AEnima disse...

Ola marta,

Vim agradecer as tuas palavras carinhosas na redaccao e descobrir um montao delas tao lindas e pertinentes em forma de poesia que tu escreves. Vais ser a minha leitura no dia de Natal, porque sei que me vou encantar com elas, como ja me encantei com os poucos poemas que li de ti.

Mil beijinhos fofos... uma consoada feliz junto dos que te sao muito queridos.

Alexandre disse...

Ouvir a alma de pessoas especiais não está ao alcance de todos: mas eu consigo ouvir a tua alma e sinto-me um privilegiado... pelo que dizes, pelo que sentes, pelo que transmites... na eternidade... e ao abrigo da Lua, quantas vezes a única companheira das noites frias...

Estou fascinado, Marta...

girassol disse...

O Amor cantado no encantamento da Lua, do lado de dentro da Alma...

Tudo de bom no novo Ano.

Anónimo disse...

Desejo-lhe um natal cheio de saúde pra curtir todas as emoções.

Beijos natalinos.