
Hoje, vou deixar que seja o vento....
A preencher este teu espaço...
A reduzi-lo a cinzas e a espalhá-las..........
Onde...tanto faz........
As lágrimas que ainda insistem em cair........
O vento que mas limpe......
Que em mim faça desaparecer tudo.......
Até a dor da ausência....
Esse cortar de laços.......
Radical...esperado...sentido há muito......
Esperança ainda viva....
mas agora definitivamente morta..........
P.S.: Imagem tirada da NET
6 comentários:
Desanimada, ou é pura ficção literária?
Tenho andado cá e lá, sem tempo para visitar os blogs linkados e respectivos titulares, como é óbvio. Irá ser assim até voltarem os dias curtos e escuros.
Nada pior que a dor da ausência, quando os laços são cortados...
As lágrimas limpam e purificam a alma...
O vento tudo leva...
Depois..depois existe sempre um renascer!
Um beijo e bom fim de semana.
Gosto... e pronto!
A ausência é sempre ambígua! Há a ausência presente quando as pessoas estão próximo mas não têm nada em comum e há a verdadeira ausência, essa sim dolorosa porque a imagem que temos do ausente é muito forte e provoca uma angústia tremenda!
Beijinhos!!!
A esperança nunca morre!
Existe sempre um amanhã!
Procurar vivê-lo melhor possível já faz parte de nós
bfs
beijos da amiga
A ansência tão garvada em Tua vida,
enquanto ha vida há esperança...
Não desespere em serena espera...
Meu doce beijo
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