sexta-feira, 8 de junho de 2007

AO VENTO









Hoje, vou deixar que seja o vento....



A preencher este teu espaço...



A reduzi-lo a cinzas e a espalhá-las..........



Onde...tanto faz........



As lágrimas que ainda insistem em cair........



O vento que mas limpe......



Que em mim faça desaparecer tudo.......



Até a dor da ausência....



Esse cortar de laços.......



Radical...esperado...sentido há muito......



Esperança ainda viva....



mas agora definitivamente morta..........



P.S.: Imagem tirada da NET

6 comentários:

Peter disse...

Desanimada, ou é pura ficção literária?

Tenho andado cá e lá, sem tempo para visitar os blogs linkados e respectivos titulares, como é óbvio. Irá ser assim até voltarem os dias curtos e escuros.

margusta disse...

Nada pior que a dor da ausência, quando os laços são cortados...

As lágrimas limpam e purificam a alma...

O vento tudo leva...

Depois..depois existe sempre um renascer!

Um beijo e bom fim de semana.

.:mÁrCiO:. disse...

Gosto... e pronto!

Alexandre disse...

A ausência é sempre ambígua! Há a ausência presente quando as pessoas estão próximo mas não têm nada em comum e há a verdadeira ausência, essa sim dolorosa porque a imagem que temos do ausente é muito forte e provoca uma angústia tremenda!

Beijinhos!!!

belakbrilha disse...

A esperança nunca morre!

Existe sempre um amanhã!

Procurar vivê-lo melhor possível já faz parte de nós

bfs

beijos da amiga

collybry disse...

A ansência tão garvada em Tua vida,
enquanto ha vida há esperança...

Não desespere em serena espera...

Meu doce beijo