domingo, 1 de janeiro de 2017

DEPOIS DO JULGAMENTO


Não, não emigrei para o Dubai.

Aquele calor, a areia... não, não é o meu estilo.   

Mas não fiquei na capital depois daquele julgamento ridículo.  Quero estar longe de toda aquela gente, a que me conhece e a que sabe apenas o meu nome.

Não quero entrar em esquemas duvidosos; quero ter paz e sossego.  Mereço depois destes meses atribulados.

Por isso, aqui estou numa cidade pequena no interior, onde ninguém me conhece e eu não quero conhecer ninguém...

Um homem como eu não resiste à noite e hoje procuro a vida nocturna da cidade.

Não demoro muito a perceber que o Bar do Cais é o local ideal para beber e relaxar.

Há uma sala de jogos secreta e em breve ganho a confiança dos jogadores.

Passo a ser eu a organizar os jogos...


CONTINUA

3 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Quem tem o bichinho no sangue... mas ele teria tudo a ganhar em permanecer no anonimato, pois entrando nos esquemas da noite e do jogo, é abrir portas a que seja envolvido em breve noutras polémicas... mas isso é esperar para ver se rumo vais dar à narrativa...

Graça Pires disse...

Continua o seu imaginário nestas histórias que eu gosto de ler.
Um beijo, Marta.

Ailime disse...

Boa noite Marta,
Aprecio os seus contos que me deixam expectante.
Vou continuar a leitura.
Um beijinho.
Ailime