domingo, 3 de agosto de 2008

CANDURA




Com raios de lua colori
Os meus sonhos
Dando nova luz
Às minhas fantasias
Deixando que ficassem
Tatuadas na minha pele.

Aquece a noite
Quando me desnudo para ti.
Solto os cabelos e liberto a paixão,
Mordo o lábio
Lembrando a candura por estar
Um pouco envergonhada por esses desejos...


Vergonha de ti...
Talvez. Vergonha de mim?
Não, não tenho...




Dueto por Marta Vinhais e Só Eu


(Foto "Water" Ricardo Costa, Olhares.Com)

(Textos protegidos pelo IGAC)

9 comentários:

Só Eu disse...

Marta sublime!
Um beijo do tamano do mundo e cheio de acndura.
(gosto muito de trabalhar sobre os teus poemas, que são óptimos)

instantes e momentos disse...

Lindo, lindo. Gosto de voltar ao seu blog. Gosto daqui.
Tenha uma belissima semana.
Maurizio

Patrícia disse...

Curioso a forma como acaba. Depois de todos aqueles sentimentos fortes, a vergonha não é da pessoa que os sente, mas daquela que recebe.
Esta "candura" foi provida de surpresa.
Continuação de boa escrita =)
Bjs =)

Pekenina disse...

Eu sou eu... e tudo o wue aqui vês... Vergonha para quê? :)

Beijo*

Sol da meia noite disse...

Belo sentir...! Embora um tanto estranho...

Bjs * *

Teresa David disse...

Um poema onde mais uma vez tratas por tu o tema da sensualidade!
Bjs
TD

Alexandre disse...

Fantasias tatuadas na pele... mas quem se lembraria de tatuar fantasias na pele? Só alguém com muita sensibilidade e muita sensualidade, como diz a Teresa David - e que não haja qualquer ponta de vergonha!

M.C. disse...

Querida Marta...
De puro sentimento esse manancial de desejos que lavas aí dentro. Eloqüente, contundente, harmonioso, sentido e necessário.

Sempre bela poesia!

:)

Um beijo.

Nuno de Sousa disse...

Uma palavra... magnifico.
Mas que belas palavras cheias de enorme sensualidade e prazer, gostei.
Bjs
Nuno