sábado, 5 de novembro de 2005

VISITAR O AMOR PERFEITO


Hoje, não sei porquê, acordei a pensar no Taj Mahl.

Na Net, segundo o website que descobri, algumas pessoas acham que se deve estar lá quando nasce o sol – como se estivéssemos a polir um espelho!

Outros dizem que é quando o sol baixa na linha do horizonte e se mistura com os primeiros clarões da lua.

Não sei; só estando lá, vendo como a luz se reflecte nas paredes e jardins do mausoléu, embelezando certos espaços e escondendo outros é que poderei decidir se este é realmente um monumento:

À perfeição
Ou à eternidade
Ou se é simplesmente uma ilusão, uma fantasia
Ou remorso por não a ter amado como devia tal como os cépticos definem o amor

Pouco importa agora; para quê esmiuçar o que é realmente o amor quando um amor, que se diz ter sido perfeito, nos deixa como herança qualquer coisa que nos faz sentir tão pequenos?

1 comentário:

Carmem L Vilanova disse...

Amiga,
parece que sinto algum ressentimento em tuas palavras... que passou?
Espero que esteja tudo bem contigo, minha querida!
Desde aqui te mando muitos beijos, flores e sorrisos para um inicio de semana bem feliz!