terça-feira, 8 de novembro de 2005

MUNDO E VOLTA

Tão embrenhada estava no mundo dos sonhos que foi muito duro acordar para a realidade.
A realidade de ter que me levantar, quando sinto que o estou a começar a fazer por obrigação!
Porque nada me pertence; com nada me identifico e talvez seja por isso que tenha, mentalmente partido em busca do Taj Mahl.
Ou outro sítio exótico, em busca de calor que agora nos escapa, pronto para semear a destruição e o caos noutro local.
E, eu começo a pensar se, como a minha Mãe diz, não devíamos conversar um pouco mais com Deus.
No sentido literal da palavra – deixar que Ele se aperceba do nosso medo, da nossa angústia, da nossa frustração e só então, ajoelhar-nos e rezar com paz e devoção.
E, nunca esquecer que, e por muito improvável que isso possa parecer, Deus pode fechar uma porta, mas deixa sempre uma janela aberta (ditado muito antigo).
Talvez aí esteja o calor humano, a vida em comunidade e em família, noções que alguns consideram antiquadas, mas que continuam a ser bastante importantes!

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