terça-feira, 22 de fevereiro de 2005

PÃO COM QUEIJO

Pouco importa as juras de amor que te possa fazer!
Nunca foste meu, nunca cuidei verdadeiramente de ti como se cuida duma planta.
Dou mais amor e carinho a esta planta, que tem um nome curioso e que me fez sorrir quando o descobri.
Pão com queijo – porquê, não sei!
Só sei que é uma mistura das violetas e dos amores-perfeitos.
As pétalas são aveludadas, agradáveis ao tacto e a harmonia do amarelo com o vermelho, o vermelho como o vinho tinto torna-a perfeita.
Parece uma planta tímida; quer passar despercebida, mas é exactamente por isso que me atrai.
No meio do canteiro, entre as outras, marca a diferença
.
Tal como tu!
Continuo sem saber por onde andas, porque apareces quando eu menos te espero e destabilizas a minha vida.
Só que esta planta oferece-me aquilo que procuro – simplicidade!
Simplicidade que sei que pode haver nas relações, sejam amorosas, familiares ou de amizade.
Entendes agora o meu silêncio? O tal silêncio que te enerva?
Eu gosto de coisas simples e claras!

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