quinta-feira, 3 de novembro de 2011

TARDES DE OUTONO II

Invade-me a casa o Vento.
Traz a chuva e o frio,
esquece-se que gosto de luz
e apaga-ma.

Fico na escuridão,
só com os pensamentos.
Tudo o que escuto,
além do Vento.

Hoje, não vens.
Hoje, não sei onde estás.
Hoje,
só tenho memórias de beijos
e de palavras descoloridas.


O autor desta foto é desconhecido

7 comentários:

LOURO disse...

Olá Marta!
Belo o teu poema!!!Tardes de Outono...Gostei!Parabéns!!!
Beijinhos de carinho e amizade,
Lourenço

Daniel Costa disse...

Marta

O amor não está esquecido, um um dia virá.
Por agora apenas o vento soprará.
Beijos

Luna Sanchez disse...

É a falta que a falta faz.

=*

Sofá Amarelo disse...

O vento e a chuva descoloram as palavras... ditas em jeito de memórias através de beijos de luz, onde a chuva e o frio são cúmplices da escuridão mas não conseguem penetrar nos pensamentos porque esses (os pensamentos) sabem sempre onde está quem gosta de luz!

Paixão Lima disse...

Hoje, estamos tristes. Porque chove e o vento nada nos diz. Invade-nos o desânimo.
Mas hoje é o ontem de amanhã. E amanhã é um novo dia e uma nova perspectiva.
O Sol, amanhã, pode iluminar a nossa escuridão.

Milla Pereira disse...

Linda essas tardes e outono em que me vi nelas, Marta. Já te seguindo no seu páginas. O meu blog tb é Paginas... te espero por lá. Bom fds, beijos.

Nilson Barcelli disse...

O Outono pode descolorir o amor.... mas a Primavera pode chegar a qualquer momento...
Belo poema, gostei das tuas palavras poéticas.
Querida amiga Marta, tem um bom fim de semana.
Beijos.