Estou deitada,
encostada a ti,
ao silêncio tranquilo da tua pele.
Amei-te como uma louca;
fui ousada,
atrevida...
Desafiei-te,
provoquei-te sem limites...
Excedi-me....
Vejo-te agora a dormir..
Devia invejar-te,
porque eu continuo acordada...
Sem que os demónios,
os fantasmas do dia
me dêem tréguas....
Foto de Graça Loureiro "Not for me" (Olhares)

7 comentários:
Gostei do ritmo do poema, das imagens que quase visualizamos. Um abraço. Se puder passe no meu cantinho, tem post novo. Inté!
É que os fantasmas por vezes, não nos largam mesmo! Seja qual for o nosso estado de espirito...
Marta,
Os fantasmas, quando existem, de vez em quando condescendem em nos dar uma trégua...
Beijo :)
Há sempre fantasmas em tudo o que fazemos, mas o importante é ignorá-los e passear tranquilo no silêncio da partilha e ser ousado, pois só assim vale a pena usufruir dos limites... que não se devem ter!
Marta
No decanso o guerreiro encontra a traquilidade, guerreira vela mais pela preza que deixou exauta.
Beijos
Como é bom passar por um momento muito feliz e depois ter a oportunidade de contemplar o Ser Amado! Dá-nos a sensação de uma felicidade ímpar!
Parabéns!
Beijos!...
Olá :)
Desejo-te um bom fim de semana.
Beijito.
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