quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

PORQUÊ

Ás vezes, tenho medo da noite...
Não da escuridão em si,
mas da solidão que se reencontra...

Não gosto que o Vento me fale...
Torna o beijar da tua voz
ainda mais forte.

E, por entre os lençóis amarrotados,
o desejo volta a insinuar-se....

Salpica-me a pele com o teu sabor...
Recorda-me a tua luz,
a tua cor....

E, eu grito....
Porquê hoje???


Foto do álbum de João Mateus (Via Facebook)

7 comentários:

R.B.Côvo disse...

E porque não? Belo poema. Abraço.

Secreta disse...

Porque "hoje" é o dia!
Beijito.

Nilson Barcelli disse...

E porque não...?
Gostei da sensualidade das tuas palavras neste excelente poema.
Querida amiga, bom fim-de-semana.
Beijos.

Sofá Amarelo disse...

Porquê hoje? Porque não há dia para o insinuar do desejo e do beijo, não há dia para o salpicar os sabres feitos de várias cores, e nem o vento por mais forte que sopre consegue apagar a luz e muito menos o grito!

alice disse...

um poema insinuante, marta. o meu beijo amigo.

Secreta disse...

Boa semana...
Beijito!

Daniel Costa disse...

Marta

Um bonito poema cheio de sensualidade. A escuridão a contrastar com a luz da sonhada união.
Belissíma a ilustação!
Beijos