quinta-feira, 21 de outubro de 2010

TURBULÊNCIA

Esta noite,
fiquei confusa com regras,
que não são regras,
com pecados que existem
apenas na turbulência do tempo.

Nem sei porque penso nisso
quando já é noite
e os fantasmas do passado
há muito que desapareceram.

Está uma noite de temporal.
Chuva forte, relâmpagos,
vento.

Uma noite que poderia ser mágica,
cheia de fantasia.
Se estivesses cá
e eu não tivesse aberto a porta
a essa turbulência dorida.



Foto de Carlos Resende "Lost" (Olhares)

6 comentários:

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Marta, belo poema...Espectacular....
Cumprimentos

Carmem L Vilanova disse...

Marta linda amiga,
Estive aproveitando uns dias de ferias de minha filhota e deixei o meu blog meio no piloto automatico e somente hoje estou podendo agradecer tua visita tao querida ao aniversario do Eu Sei Que Vou Te Amar. Sao pessoas como voce que fazem valer a pena continuar por tantos anos e desejar estar por muitos mais.
Beijos, flores e muitos sorrisos!

Secreta disse...

Podes sempre fechar essa porta e abrir uma outra...
Um beijito.

Sofá Amarelo disse...

Por vezes a imaginação não chega, é preciso buscar a realidade, trazê-la até nós mesmo nas noites de temporal, pois a fantasia e as regras que não são regras não podem estar dependentes da chuva ou do vento!

© Piedade Araújo Sol disse...

marta

mas que belissima turbulência.

gostei muito deste poema!

Beij

alice disse...

um beijinho à piedade por ter descoberto esta página tão bonita. e um beijinho para a marta, claro*