segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

DESESPERADAMENTE









Escrevo-te na minha pele




que geme baixinho.




Desesperadamente.




Indecisa,




fico à toa




e escolho




os labirintos




do silêncio.




Esse silêncio




que me apazigua




a alma




e te devolve




ao prazer do toque




com a minha pele










Foto de Hugo Amador, "After the rain" (Olhares)




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9 comentários:

Secreta disse...

O silencio, traz, por vezes, tudo aquilo que precisamos.
Feliz 2010.

Carmem L Vilanova disse...

Lindo poema, linda Amiga!
Lindo como tu e tudo o que expressas em sentimentos e palavras!
Vale a pena ler-te, minha amiga! Sempre e sempre!
Beijos, flores e meus eternos sorrisos!

Nilson Barcelli disse...

"Escrever na pele" é uma belíssima imagem poética.
O prazer do toque é o supremo prazer dos que se amam, e tu soubeste transformar essa sensação num excelente poema. Parabéns, querida amiga.
Boa semana, beijos.

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Marta, bela fotografia...belo poema...Espectacular....
Beijos

RENATA MARIA PARREIRA CORDEIRO disse...

Escreva na pele sempre, querida amiga. Seus versos são puro Encanto!
Depois da chuva, vem o arco-íris, e coração ganha asas.
Beijos enormes e o melhor sempre, Marta.
Renata

Lua disse...

Passem no meu blogue: www.certezasdeincertezas.blogspot.com

alice disse...

esta belíssima fotografia casa na perfeição com as tuas palavras... gostei muito deste conjunto. um grande beijinho.

legivel disse...

Escrever na pele não está ao alcance de todos. Já tentei e não fiz mais que deixar uns meros arranhões. Tu fá-lo com o saber de quem conhece de cór e salteado os caminhos da escrita dos amantes.

Beijos e sorrisos.

uminuto disse...

quando se escreve na pele escreve-se de uma forma definitiva e indelével
um beijo