terça-feira, 15 de julho de 2008

DEUS DA GUERRA




Não sou um Deus da Guerra sangrento…

Gosto de passear à chuva…

Desanuviar….

Vivo num mundo perturbado…

Rivalidades,
ciúmes,
vinganças….

Amores traídos,
renegados….

Libertinos....

Somos Deuses, não somos?

Todos poderosos….

Eu, Marte....
O Deus da Guerra....
Com o desejo secreto
de ser apenas Mortal....
(Foto "Prenúnico da noite húmida", Luis Lobo Henriques, 1000 Imagens)

(Textos protegidos pelo IGAC)

Para alguém que escreve mal o meu nome..

Para o meu sobrinho Ricardo...

7 comentários:

Só Eu disse...

Marta (está certo desta vez)
Vou continuar a escrever mal o teu nome para me brindares com miminhos destes (eu ainda gosto de miminhos...)
Vou dormir com um enorme sorriso porque hoje "sou alguém especial".
Muitos, mas mesmo muitos, beijinhos

Fernando Rozano disse...

denso, Marta. poema riquíssimo e sem dúvida uma bela homenagem. abraço a ambos.

Sol da meia noite disse...

Belo, Marta!
Ímpar o modo como associaste pensamentos, emoções...
O conceito de poder, associado ao poder dos Deuses; o mundo perturbado associado a rivalidade, ciúme, vingança, traição...

Simplesmente adorei.

Bjs * *

M.C. disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
M.C. disse...

Mantermos vivo no mundo perturbador e com rangeres avuando na secura.
Um grito essencial na tua poesia que sangra.

Marta, abraços querida.

Pekenina disse...

E depois da guerra vem o grito... de paz =) A bandeira branca, o aperto mão, o beijo meigo =)

Beijinho*

Alexandre disse...

Vivemos todos num mundo perturbado onde os deuses são infelizes e vingativos - ciumentos por vezes da própria beleza que eles construiram e que não conseguem controlar...