quarta-feira, 7 de dezembro de 2005

MAL QUE NUNCA ACABE


Tão contente que eu estava com os meus planos para a festa de Natal, mas como bem diz a minha Mãe:
Não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe
e nestes últimos dias tenho constatado que isto corresponde à verdade!
Começou com um telefonema inesperado, um pedido de desculpas e explicações que o facto de ter perdido a cabeça nada tinha a ver com a “nossa amizade”.
Gostaria de saber qual é a base dessa “nossa amizade” e surpreende-me ter dado uma explicação sobre uma coisa, que eu tratei com uma grande gargalhada e deitei no lixo sem cerimónia.
Graves coisas houve antes e nunca tal explicação me foi dada!
Mas o pior não é isso!
O pior de tudo é a maldade que se respira, o prazer que parece haver em ferir as pessoas e as provocações às quais eu não respondo.
Diz-me a cabeça que é a melhor atitude a tomar para controlar a situação.
Talvez devesse dar um berro e calar toda a gente, mas isso pioria ainda mais as coisas, que estão pesadas, frustrantes e dolorosas.
No fundo, e apesar de todos os defeitos, o “menino mau” ainda consegue mostrar alguns sinais de decência.
O que não quer dizer que não esteja vigilante, não vá o barco tombar e eu naufragar!

1 comentário:

Carmem L Vilanova disse...

Querida amiga!
Hoje eh dia de festa la em casa outra vez... gostaria de poder contar com tua presenca tao querida, para comer um pedacinho de bolo comigo... :o)
Muitos beijinhos para ti!