CONFESSO (UMA HISTÓRIA II)

Amanhã, todos saberão. O que eu confesso. O que não tenho medo de admitir Ter conhecido, finalmente, a paixão e o prazer. Com a ternura do 1º toque. A surpresa, o calor do sentir a pele contra a pele. Apesar da timidez, ao princípio. Não sei ainda se estou a amar o suficiente. Entreguei-me à paixão, sim. Pus de lado a minha máscara e desatei os nós do meu pensamento. Creio, sim, que começo a amar-te o suficiente Foto de Knut Hoftun Knudsen "Depths nº 2" Textos protegidos pelo IGAC - Cópias, parciais ou totais, proibidas Nota: Um novo ensaio poético a partir da mesma frase.