ABRIGO

Esta noite, a chuva volta a pedir-me abrigo. Mas, eu, endiabrada, abro a porta e sou eu, quem nela, encontra abrigo. Num desabafo, Numa inspiração. Num nomento criativo. Deixando que o Vento me roube. 2º O que me rouba o Vento? Palavras? Emoções? Sentimentos? Nada. Namora-me. Dorme em mim. Depois, solta-me. Num poema único, secreto. Foto de Graça Loureiro "Let your heart beat again" (Olhares) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas