quarta-feira, 27 de julho de 2005

O TEMPO A PASSAR

Como o tempo custa a passar, quando nada tenho para preencher o espaço aberto pela tua mentira.
Melhor dizendo, a incoerência da tua história ou será que pensaste que eu não compreenderia?
Aquela história que me contaste, a tal mentira branca, insignificante para me desviar atenção…
Transforma-se numa bola de neve e sabes?.....
Odiei que se tivesse derretido na palma da minha mão – que a queimasse como se quisesse gravar uma mensagem, que já compreendi, mas em que não quero acreditar.
Não quero cometer o erro de estar a ler nas atitudes dos outros coisas que lá não estão (já falamos sobre este meu defeito), mas é impossível não compreender o que não tens coragem de me dizer frontalmente.
Mais uma vez!
Mais uma vez encontro um buraco na tua história que me contas para disfarçar, sei lá o quê….
Fica tudo no ar, sem explicações………

É só comigo ou és assim para toda a gente?
Mais uma coisa a aprender e a ter que esquecer…..
como o texto daquele autor desconhecido que a Carmen transcreveu no seu blog “Você pode…” diz.
Podemos fazer tudo, podemos ser uns gigantes, mas há pessoas que temos que deixar para trás, pois só nos complicam a vida!

1 comentário:

Dora disse...

Pois, Marta, como já ouvi dizer, "as mentiras são prisões". Só que algumas pessoas parecem esquecer-se disso...