segunda-feira, 11 de julho de 2016

DEMAIS II


Nem sequer pestanejou quando o prenderam no Bar da Eunice, numa viela escura perto da Travessa do Padre...

Até parecia que estava à espera deles, pois levantou-se prontamente e disse:

" Está à minha procura, Inspector? Já calculava!" e não resistiu quando o Bernardes lhe pôs as algemas.

72 horas após o assassinato de Maria Filomena Telmo, gerente da Flower Eventos.

A porta não tinha sido forçada; na sala, havia sinais de luta e manchas de sangue. 

Mas o golpe fatal tinha sido dado no quarto, onde encontraram a vítima meia despida e com o crânio esmagado.

O alerta tinha sido dado por um dos funcionários da empresa que ficou preocupado quando a Mena, como lhe chamava, não apareceu para a reunião semanal.

 (Continua)

Nota:
Ler o post anterior, uma vez que é a continuação da história. 

2 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Tenho seguido a história e está a ficar empolgante. Quem será afinal o verdadeiro assassino? É que muitas vezes o que parece não é e vice-versa... uma verdadeira história policial que deixa o leitor preso na ânsia de descobrir a trama e de saber o que vai acontecer a seguir... escrita bem montada porque não é fácil prender a atenção do leitor, e isso aqui acontece. Todos os ingredientes para ser um bom policial. Talvez seja esta mesmo a tua maior vocação... faz-me lembrar quando era mais novo e não conseguia parar de ler um livro enquanto não descobrisse as suas estórias...

Ulisses Reis ® disse...

Boa tarde fico feliz em vir aqui visitar e ler os teus escritos ou ver imagens no teu pos, tenha um linda noite de terça e que tudo de delicioso esteja a tua volta, venha me visitar e comentar meus poemas, beijos !!!