quarta-feira, 27 de julho de 2011

RAIOS DE SOL

Escrevo-te,
nos últimos raios do Sol…
Nessa hora mágica do dia,
em que te volto a ter só para mim
e me perco num labirinto
de sensações e emoções

Definir?
Descrever o que sinto?

É como parar o tempo
e deixar,
finalmente
o corpo respirar....


Foto de Alexey Yuzhakov

9 comentários:

AC disse...

Marta,
O momento em que os últimos raios de sol se despedem é, realmente, mágico. Por momentos, ainda que muito breves, é como se tivéssemos acesso a sensações profundas que, noutras horas do dia, nos passam despercebidas.

Beijo :)

JPD disse...

Belo!

Estou a regressar aos comentários.
Terminaram as edições agendadas.
Bjs, Marta

DE-PROPOSITO disse...

É como parar o tempo
------
O tempo está quieto. Nós é que vamos andando.
------
Felicidades
Manuel

Catia Bosso disse...

Que respire a vida...

Belo poema!

bjs meus

Catita

♫ ♪ Wilson Miguel ♫ ♪ disse...

Marta querida,

É quando a noite se anuncia que nossas emoções se afloram e tudo o que de mais forte existe dentro nós pulsa com mais amplidão.

Um beijo carinhoso e o desejo de muita paz no seu coração

Deus seja contigo

Machado de Carlos disse...

Escreveste com perspicácia ao por do Sol, entretanto no dia seguinte os versos voltam.
Beijos!...

Paixão Lima disse...

Num labirinto de sensações e emoções...
Definir o indefinido...
Descrever o indescritível...
É como parar o tempo...
Ao cair da tarde
Quando a saudade
Se esvai ao sol poente...

Sofá Amarelo disse...

A alma respira quando o tempo pára, o corpo transpira quando se perde num labirinto de emoções e de sensações... que o tempo não pode definir porque é impossível descrever os últimos raios de Sol...

N. Barcelli disse...

E escreves tão bem...
Continua.
Beijo, querida amiga.