nos últimos raios do Sol…
Nessa hora mágica do dia,
em que te volto a ter só para mim
e me perco num labirinto
de sensações e emoções…
Definir?
Descrever o que sinto?
É como parar o tempo
e deixar,
finalmente
o corpo respirar....
Foto de Alexey Yuzhakov

9 comentários:
Marta,
O momento em que os últimos raios de sol se despedem é, realmente, mágico. Por momentos, ainda que muito breves, é como se tivéssemos acesso a sensações profundas que, noutras horas do dia, nos passam despercebidas.
Beijo :)
Belo!
Estou a regressar aos comentários.
Terminaram as edições agendadas.
Bjs, Marta
É como parar o tempo
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O tempo está quieto. Nós é que vamos andando.
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Felicidades
Manuel
Que respire a vida...
Belo poema!
bjs meus
Catita
Marta querida,
É quando a noite se anuncia que nossas emoções se afloram e tudo o que de mais forte existe dentro nós pulsa com mais amplidão.
Um beijo carinhoso e o desejo de muita paz no seu coração
Deus seja contigo
Escreveste com perspicácia ao por do Sol, entretanto no dia seguinte os versos voltam.
Beijos!...
Num labirinto de sensações e emoções...
Definir o indefinido...
Descrever o indescritível...
É como parar o tempo...
Ao cair da tarde
Quando a saudade
Se esvai ao sol poente...
A alma respira quando o tempo pára, o corpo transpira quando se perde num labirinto de emoções e de sensações... que o tempo não pode definir porque é impossível descrever os últimos raios de Sol...
E escreves tão bem...
Continua.
Beijo, querida amiga.
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