terça-feira, 24 de maio de 2011

CORRENTE

Sei o que prometi…
Posso dizer ainda as palavras exactas.
Não peço mais nada.
Nem falarei mais da saudade.”


Mas,
se a sinto agora,
neste momento,
como uma corrente
no meu corpo,
como posso não falar na saudade?



Foto do álbum de João Mateus "Outhere" (via Facebook)

6 comentários:

Álvaro Lins disse...

Olha o que dizia o poeta: tenho saudades do futuro!
Bjo

JPD disse...

Faz parte da condição humana enfrentar dilemas.
Bascular entre uma solução e o seu contrário é tão natural como viver.

Fazer escolhas -- Dizem os práticos -- é deixar e esquecer o que foi deixado.

Bjs

Sofá Amarelo disse...

A saudade não tem explicação, aparece de repente, são sete letras "a galopar na distância, entre o muito e entre o pouco que nos afasta da infância... esta palavra saudade dói no corpo devagar, quando a gente se levanta fica na cama a chorar..." (Ary dos Santos)... não há correntes que possam limitar a saudade!

Secreta disse...

Ah, a saudade! Por mais que tentemos ignora-la, por vezes, ela parece ganhar vontade própria!

Fragmentos Betty Martins disse...

.________querida Marta



desejo um

FELIZ ANIVERSÁRIO!

.tudo de bom para ti minha amiga:)

beijo_____ternO

Paixão Lima disse...

«Doce amargo de infelizes,
Delicioso pungir de acerbo espinho»
(Garrett)