domingo, 20 de março de 2011

INSÓLITO

No meu sonho,
vejo-me criança.

Insólito,
não será eu jogar com o mar,
perseguir, feliz a espuma.
Dar nome às ondas e
ficar triste por não regressarem.

Insólito,
será todo este azul.
Azul indigo,
mágico.

Embrulha agora a minha noite.
Revela o meu nome à casa.
E, amanhã,
talvez pinte assim a varanda.


(Continua)


Foto incluída no Álbum "Indigo",
de João Mateus (Via Facebook)

5 comentários:

R.B.Côvo disse...

Lindo esse azul, esse poema. Você que mora no Porto, curiosidade das curiosidades, sabia que o meu clube é esse que está prestes a ser campeão? Pois é, sou portista de longa data. Um abraço aí para as gentes do Porto.

Secreta disse...

"A casa"... algo que tentas, ou precisas sentir intima(mente).
Será?

Sofá Amarelo disse...

As varandas têm que ser pintadas de azul indigo, porque só assim a noite será embrulhada em mil sonhos que se desfazem em espuma nas ondas que jogam com o mar... é a magia do azul!

© Piedade Araújo Sol disse...

insolito pode ser tambem o poema azul

beij

Carmem L Vilanova disse...

Minha linda e querida amiga...
Estou voltando... pouco a pouco porque há muito o que organizar, mas vou caminhando devagar para poder ordenar tudo e voltar a minhas visitas aos blogs e amigos queridos...
Bom demais estar aqui de novo, minha flor!
Beijos, flores e muitos sorrisos!