No meu sonho,
vejo-me criança.
Insólito,
não será eu jogar com o mar,
perseguir, feliz a espuma.
Dar nome às ondas e
ficar triste por não regressarem.
Insólito,
será todo este azul.
Azul indigo,
mágico.
Embrulha agora a minha noite.
Revela o meu nome à casa.
E, amanhã,
talvez pinte assim a varanda.
(Continua)
de João Mateus (Via Facebook)

5 comentários:
Lindo esse azul, esse poema. Você que mora no Porto, curiosidade das curiosidades, sabia que o meu clube é esse que está prestes a ser campeão? Pois é, sou portista de longa data. Um abraço aí para as gentes do Porto.
"A casa"... algo que tentas, ou precisas sentir intima(mente).
Será?
As varandas têm que ser pintadas de azul indigo, porque só assim a noite será embrulhada em mil sonhos que se desfazem em espuma nas ondas que jogam com o mar... é a magia do azul!
insolito pode ser tambem o poema azul
beij
Minha linda e querida amiga...
Estou voltando... pouco a pouco porque há muito o que organizar, mas vou caminhando devagar para poder ordenar tudo e voltar a minhas visitas aos blogs e amigos queridos...
Bom demais estar aqui de novo, minha flor!
Beijos, flores e muitos sorrisos!
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