Estou nos confins do Mundo,
à procura de estrelas cadentes.
Trouxe comigo desejos infantis
e memórias felizes.
A vaidade convence-me de
que tu virás também.
Mas tu não vens
e eu sinto-me tudo,
menos bem-vinda.
Desaparece o riso e o brilho.
Amaldiçoo o tempo...
Não sei se posso voltar atrás,
desculpar-me desse azedume,
ainda visível,
e reaver o meu lugar.
Sinto-me intrusa...
Na minha própria vida...
Foto sem título, de autor desconhecido

8 comentários:
Belo poema sobre um dia melancólico...
Bjs, Marta
Às vezes enganamo-nos no percurso, e isso significa apenas isso. Que nos enganámos. Mas haverá sempre novos rumos a trilhar, apesar de o engano ser companhia sempre à espreita...
(Gosto sempre, Marta!)
Beijo :)
Marta
Primas por belíssimos poemas como este, que foi um gosto, um belo momento de poesia.
Beijos
Minha amiga muito querida,
Há um tanto de tristeza neste poema e no anterior... espero ser apenas uma nostalgia poética, nada mais!
Tenho ainda que responder teu email tão querido, mas ando em uma correria tão grande por conta de novas atividades de Carmencita que quando chega minha noite o corpo pede cama, uncamente, mas sempre és presente em meus dias, em meus pensamentos.
Beijos, flores e muitos sorrisos!
Há dias assim, em que a vida nos recusa o sorriso.
Beijinho de carinho, Marta.
[estou voltando, aos poucos :)]
O tempo... Por vezes, mas apenas às vezes, sinto-me uma intrusa na minha própria vida. E não é uma sensação agradável.
Olha, Marta, comecei um novo blog intitulado "Lugar Intemporal". Gostaria que desses uma vista de olhos e se assim te aprouver, comentá-lo.
Beijinhos
Patrícia=)
Quantas vezes nos sentimos intrusos de nós próprios... mas há que recuperar o riso e o brilho, há que tentar voltar atrás e reaver o lugar que é nosso... eu hoje que estamos todos nos confins do mundo à procura de estrelas cadentes...
Podemos sempre voltar atrás... e seguir em frente...
Bjs
José
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