segunda-feira, 9 de março de 2009

LIBERTO-ME












Hoje sou eu
Quem te surpreende
Beijando-te a nuca….

Liberta dos meus medos
Viajo,
desnuda de alma e de corpo, pelo teu...

Calo o teu “oh” , de surpresa, de espanto
Com os meus lábios sedentos

Explorando o teu cheiro másculo
O prazer que te possui e sacode o corpo

Afago-te,
Afundando as minhas mãos famintas
No teu cabelo e respirando-te
Sinto crescer em mim o meu prazer
E, louca, sou mendiga em ti…….


(Foto "Soft" Alexander Kharlamov, Olhares.Com)





(Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas)

7 comentários:

Nilson Barcelli disse...

O poema da libertação?
O amor deve ser sempre uma entrega de olhos fechados, tal como no belíssimo poema que fizeste.
Gostei muito, parabéns.
Boa semana, beijo.

Patrícia disse...

A tua poesia faz-me lembrar Teresa Horta, os seus poemas. Se não leste ainda algum poema dela, recomendo.
É de facto uma poesia cheia de sedução.

Beijinhos Marta=)
Patrícia

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Marta, belo poema de libertação...Espectacular....
Beijos

Sofá Amarelo disse...

Libertar é o primeiro passo para o prazer... e esse prazer não pode ter limites, tem que ser total, tal como o desnudar do corpo e da alma... libertar os medos, libertar os sentidos, libertar o corpo, libertar as mãos... e assim somos mendigos de alguém...

Nuno disse...

Lindo que ficou, bela a tua liberdade de sonhar e explorares o que mais desejas... essa fantasia ou realidade só tu sabes, nota-se que estás feliz e isso é bom...
Continuação de boas fantasias...
Bjs
Nuno

ematejoca disse...

Que poema, meu Deus!
Que sensualidade! Que fantásticas fantasias poéticas.
Claro, que os teus poemas tem o mesmo calíbre erótico dos da Teresa Horta. A sedução deste poema é inesquecível.

Bom dia, Marta!

Carla disse...

sem medos...numa viagem de prazer
adorei ler
beijos