terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

MERGULHO




Mergulho até aos limites
Na sedução da noite
Aos limites
Dos próprios sentidos
Até
ao poema de Amor que queria escrever
E que foi mal interpretado
Continuo a mergulhar até aos limites
Às vezes, o pôr-do-sol encontra-me triste
e em silêncio
Outras, falo tanto
Tanto
O Sol fica zonzo
E eu rouca


(Foto "Quando o Sol se põe", José Neves, 1000 Imagens)
(Textos protegidos pelo IGAC)

(Palavra chave do post: Mergulho)

7 comentários:

Maria disse...

Lindissímo o seu poema!

Fernando Santos (Chana) disse...

Olá Marta, bela fotofrafia...belo poema...Espectacular...
Beijos

Helena Paixão disse...

Que os teus limites sejam infinitos e nos brindes sempre com belissimos poemas como este.

Bjs

Carla disse...

roubo-te as palavras, porque parecem feitas à minha medida
beijos e bom carnaval

Fragmentos.Betty Martins disse...

._______querida Marta



.os




teus poemas______são sempre uma "viagem" ao mundo dos



.________sentires











beijO_____ternO

Nuno de Sousa disse...

Está magnifico este momento, num belo mergulho cheio de cor e beleza, adorei.
Bjs grandes e um bom Domingo para ti,
Nuno

Nilson Barcelli disse...

Belo "mergulho" cara amiga.
Gostei imenso deste teu poema.
E da foto, bem escolhida.
Beijo.