Sei o quão banal soa…
Andar pela casa sem destino,
ficar indiferente ao “glamour” da noite
e falar só na tua ausência…
Queixo-me da minha saudade,
em palavras zangadas que depois rasgo…
Abraço o meu próprio corpo,
como se pudesse sentir ainda
o teu calor…. nada banal...
Foto do álbum de João Mateus "La Cantina" (via Facebook)

9 comentários:
Nunca há banalidade nas tuas palavras e nos teus poemas.
Gostei imenso.
Minha amiga Marta, tem um bom fim de semana.
Beijos.
Nada banal o seu poema. Abraça-se para sentir o abraço do amor. É uma imagem poética muito bonita.
Marta
Um belo sentimento de amor poético, nunca será banal.
Beijos
valquiria disse...
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Vim te visitar, deixar meu carinho, e desejar um fim de semana de bençãos.
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Se puder dê um passadinha em http://hanukkalado.blogspot.com/
é um prazer receberte.
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Salmo 37, 4-5-7 - Agrada-te do Senhor, e ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará. Descansa no Senhor, e espera nele.
Abraço.
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olá amada!
Banal?
não mesmo!
Amante de mais,ao ponto
de andar só,e sentir o cheiro
do amado que ainda resta em seu corpo.
sina dos eternos apaixonados.
lindo!
um abração!
Nada é banal desde que se possam sentir os corpos no 'glamour' da noite, nada é banal quando as ausências são apenas palavras ditas e depois rasgadas, nada é banal quando se abraça a saudade!
Banem-se banalidades com poemas assim.......
Privacidade e uma boa relação com o corpo dão um quotidiano saudável.
As emoções partilhadas podem torná-lo sublime.
Bjs
não achei nada banal
achei sensual e terno
beij
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