sábado, 18 de junho de 2011

NADA BANAL

Sei o quão banal soa…
Andar pela casa sem destino,
ficar indiferente ao “glamour” da noite
e falar só na tua ausência…
Queixo-me da minha saudade,
em palavras zangadas que depois rasgo…
Abraço o meu próprio corpo,
como se pudesse sentir ainda
o teu calor…. nada banal...


Foto do álbum de João Mateus "La Cantina" (via Facebook)

9 comentários:

Nilson Barcelli disse...

Nunca há banalidade nas tuas palavras e nos teus poemas.
Gostei imenso.
Minha amiga Marta, tem um bom fim de semana.
Beijos.

Paixão Lima disse...

Nada banal o seu poema. Abraça-se para sentir o abraço do amor. É uma imagem poética muito bonita.

Daniel Costa disse...

Marta

Um belo sentimento de amor poético, nunca será banal.
Beijos

valquiria disse...

valquiria disse...

♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥.♥

Vim te visitar, deixar meu carinho, e desejar um fim de semana de bençãos.
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Se puder dê um passadinha em http://hanukkalado.blogspot.com/
é um prazer receberte.
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Salmo 37, 4-5-7 - Agrada-te do Senhor, e ele satisfará os desejos do teu coração. Entrega o teu caminho ao Senhor; confia nele, e o mais ele fará. Descansa no Senhor, e espera nele.

Abraço.

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Liberdade. disse...

olá amada!

Banal?
não mesmo!
Amante de mais,ao ponto
de andar só,e sentir o cheiro
do amado que ainda resta em seu corpo.
sina dos eternos apaixonados.

lindo!
um abração!

Sofá Amarelo disse...

Nada é banal desde que se possam sentir os corpos no 'glamour' da noite, nada é banal quando as ausências são apenas palavras ditas e depois rasgadas, nada é banal quando se abraça a saudade!

AnaMar (pseudónimo) disse...

Banem-se banalidades com poemas assim.......

JPD disse...

Privacidade e uma boa relação com o corpo dão um quotidiano saudável.
As emoções partilhadas podem torná-lo sublime.

Bjs

© Piedade Araújo Sol disse...

não achei nada banal
achei sensual e terno
beij