Não sei o que será...
O que poderei dizer que é....
Quando leio o teu poema
e mesmo que não menciones
o meu nome,
é de mim que falas...
São minhas as palavras
escondidas no ritmo do verso.
Meu,
o prazer do corpo que ainda se escuta...
No silêncio que fica,
quando a brisa morre
e a noite termina.....
Foto do álbum de João Mateus "Silk on the Soul" - "Who are we" (via Facebook)
7 comentários:
olá querida!
intenso e apaixonante!
um abração e boa semana!
Marta
Tudo termina, para recomeçar de novo. Para saborear como uma promessa sempre inacabada.
beijos
Os poemas têm esse dom mesmo: 'falar' do que não se menciona, juntar palavras escondidas no ritmo do verso, quase sempre no silêncio que fica e na brisa que passa pelo prazer do corpo nas noites que não têm que terminar...
Poema belo e enigmático. Como num sonho cuja fantasia não se adivinha, mas pressente-se.
«e a noite termina...». Quando algo acaba é porque algo começa. A vida não pára, move-se.
No poema que é teu, de sentires!
Beijito.
Há um silêncio que fica...gravado nestas tuas palavras, que gosto sempre de ler.
Beijo de carinho, Marta.
terno e apaixonado.
beij
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