segunda-feira, 27 de junho de 2011

TERMINA

Não sei o que será...
O que poderei dizer que é....
Quando leio o teu poema
e mesmo que não menciones
o meu nome,
é de mim que falas...
São minhas as palavras
escondidas no ritmo do verso.
Meu,
o prazer do corpo que ainda se escuta...
No silêncio que fica,
quando a brisa morre
e a noite termina.....


Foto do álbum de João Mateus "Silk on the Soul" - "Who are we" (via Facebook)

7 comentários:

Liberdade. disse...

olá querida!

intenso e apaixonante!

um abração e boa semana!

Daniel Costa disse...

Marta

Tudo termina, para recomeçar de novo. Para saborear como uma promessa sempre inacabada.
beijos

Sofá Amarelo disse...

Os poemas têm esse dom mesmo: 'falar' do que não se menciona, juntar palavras escondidas no ritmo do verso, quase sempre no silêncio que fica e na brisa que passa pelo prazer do corpo nas noites que não têm que terminar...

Paixão Lima disse...

Poema belo e enigmático. Como num sonho cuja fantasia não se adivinha, mas pressente-se.
«e a noite termina...». Quando algo acaba é porque algo começa. A vida não pára, move-se.

Secreta disse...

No poema que é teu, de sentires!
Beijito.

Graça disse...

Há um silêncio que fica...gravado nestas tuas palavras, que gosto sempre de ler.

Beijo de carinho, Marta.

© Piedade Araújo Sol disse...

terno e apaixonado.
beij