Ninguém precisa de saber
Como deixei que
o caos em mim se infiltrasse...
Como a paixão vive à flor da pele,
e me sinto febril,
insensata...
Como se tivesse voltado
à adolescência
e redescobrisse os sentidos...
Como os desejos são absurdamente banais
mas muito mais intensos,
ousados...
E, nos quais,
eu rejubilo....

8 comentários:
Concordo inteiramente! Belo poema!
Beijos
Jorge
http://escarniosmaldizeres.blogspot.com/
Marta,
Dá gosto ler a forma como "expele" os seus comos...
Beijo :)
Um estado assim de tão veemente benquerença é uma pérola.
Bjs
Ninguém precisa saber...
shiuuuu...
:)
Beijito.
Marta
A efevercência da adolencência nunca se devia apagar em nós. Uma dose de insensatez devemos acarinhar.
Beijos
Como, quando, porquê, onde, o quê? São as questões fundamentais da Vida e que tu conseguiste infiltrar na paixão que vive à flor da pele quando os desejos são absurdamente banais, de normais que são, pois aquilo que é intenso e ousado nunca ser ser escondido mas sim partilhado!
O amor torna as pessoas adolescentes...
Excelente poema. Gostei imenso.
Querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijos.
Marta,
Voltei aqui e li e reli...
Um prazer imenso embarcar nas suas palavras!
Beijo :)
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