Se quiseres,
posso falar sobre os sonhos.
Sobre as memórias fechadas
num silêncio ventoso.
Porque ainda não falei sobre elas,
ainda as trago no coração..
Magoam-me...
Não estou orgulhosamente só;
estou dolorosamente só....
E fugo com o vento...
Foto do álbum "Palacio de Sueños" via João Mateus (Facebook)

7 comentários:
Marta
A ilustração é interessante, parece adequar-se ao estar dolorosamente só.
A expressão de um sentimento?
Beijos
Belíssimo poema, Marta.
Bjs
E que o vento leve essas dolorosas memórias, trazendo no regresso uma brisa ternurenta repleta de sonhos saborosamente vividos...
Bem (d)escrito!
Beijinhos
Fugir com o vento é como sobrevoar as razões da Alma e falar sobre os sonhos em memórias fechadas mas guardadas nos arquivos do silêncio...
E que o vento te leve para onde mais desejas...
Beijito.
Belo poema, gostei das tuas palavras.
E fugir com o vento é o que fazem os barcos à vela... veleja, por isso...
Querida amiga, boa semana.
Beijos.
A solidão que não desejamos, é sempre dolorosa.
Enviar um comentário