quinta-feira, 15 de março de 2012

NEVOEIRO

Falar-te
Dizer-te
O que escrevo no nevoeiro
A sombra do teu corpo num poema
Perfumado com palavras
Veementes
Ardentes
Perco a noção do tempo
Na entrega completa do corpo nu
De alma exposta
Apaixonadamente




Do Album "I Chose" de João Mateus (Facebook)

6 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Sombras leva-os o nevoeiro, mas não as palavras, porque estas vêm perfumadas de poemas veementes, ardentes, quando o tempo não é mais que uma noção difusa, exposto è entrega completa do corpo e da alma!

Secreta disse...

Contar os segredos da paixão, do amor e do desejo contido.
:)
Bom fim de semana.
Beijito.

Peter disse...

"A sombra do teu corpo num poema
Perfumado com palavras"

Continuas cantando o amor.

Bom fds

Nilson Barcelli disse...

O tempo, no amor, é muito diferente.
Magnífico poema, como sempre.
Marta, querida amiga, tem um bom fim de semana.
Beijocas.

Amita disse...

Olá, Martinha.
O tempo não existe quando o poeta se dá por inteiro.
Adorei o poema
Um bjinho e uma flor

Paixões e Encantos disse...

Quando se entrega a alma apaixonadamente a noção do tempo
é nula. Lindo poema

boa noite e uma óptima semana

Carla Granja

http://paixoeseencantos.blogs.sapo.pt/