terça-feira, 6 de setembro de 2011

CASA AO SOL

Fiz o que sempre quis fazer….
Abri a casa ao Sol…
Deixei entrar a luz interdita,
ofendi memórias ainda escritas
nas paredes,
tornei – a mais feliz…
E espero….
Espero que já estejas a caminho…
 
 

Foto do álbum de João Mateus, "Women" (Facebook)

7 comentários:

Secreta disse...

Deste-te a oportunidade de fazer aquilo que sempre desejas-te...e isso, só pode fazer-te feliz!!!!
Um beijito.



P/s: Como estás?

© Piedade Araújo Sol disse...

M.

gostei muito e ao ler este poema recordei um artigo do Lobo Antunes que a propósito do sol dizia mais ou menos isto:

Até os móveis me parecem contentes. ... Sinto-me feliz,acabou o inverno e há sol lá fora. ...

um beij

AC disse...

Marta,
Os seus poemas são sempre telas bem pintadas, em tons de sensualidade e mistério...

Beijo :)

Sofá Amarelo disse...

O Sol quando entra não pede licença, instala-se mesmo entre as luzes interditas e escreve memórias nas paredes desenhando o caminho que conduz à felicidade...

tecas disse...

Tudo pronto, querida Marta, para...
Magnifico poema com uma imagem bem sugestiva. Bom gosto.
Bjito amigo e uma flor.

Secreta disse...

Venho desejar-te um bom fim de semana.
Deixo um abraço carinhoso.

Nilson Barcelli disse...

Sol é vida.
Belo poema, gostei muito.
Tem um óptimo fim de semana.
Beijos, querida amiga.