Fiz o que sempre quis fazer…. Abri a casa ao Sol… Deixei entrar a luz interdita, ofendi memórias ainda escritas nas paredes, tornei – a mais feliz… E espero…. Espero que já estejas a caminho…
O Sol quando entra não pede licença, instala-se mesmo entre as luzes interditas e escreve memórias nas paredes desenhando o caminho que conduz à felicidade...
7 comentários:
Deste-te a oportunidade de fazer aquilo que sempre desejas-te...e isso, só pode fazer-te feliz!!!!
Um beijito.
P/s: Como estás?
M.
gostei muito e ao ler este poema recordei um artigo do Lobo Antunes que a propósito do sol dizia mais ou menos isto:
Até os móveis me parecem contentes. ... Sinto-me feliz,acabou o inverno e há sol lá fora. ...
um beij
Marta,
Os seus poemas são sempre telas bem pintadas, em tons de sensualidade e mistério...
Beijo :)
O Sol quando entra não pede licença, instala-se mesmo entre as luzes interditas e escreve memórias nas paredes desenhando o caminho que conduz à felicidade...
Tudo pronto, querida Marta, para...
Magnifico poema com uma imagem bem sugestiva. Bom gosto.
Bjito amigo e uma flor.
Venho desejar-te um bom fim de semana.
Deixo um abraço carinhoso.
Sol é vida.
Belo poema, gostei muito.
Tem um óptimo fim de semana.
Beijos, querida amiga.
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