quarta-feira, 4 de agosto de 2010

A SI PRÓPRIO


Não vamos falar de memórias,
desejos,
paixão.

Vamos deixar que tudo nasça,
livre, aberto a si próprio,
ao Mundo.

Sem medo de cairmos nas profundezas do mar
e abraçarmos essa sensualidade escondida.

Mesmo que não se tenha palavras para a expressar.
Mas que se viva, sem a mascarar.


Foto de Daniel Pedrogam,
"Escondo-me do que possa vir a sentir" (Olhares)
Texto já colocado no FACEBOOK
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5 comentários:

Daniel Costa disse...

Marta

Realmente, não interessa mais mascarar a paixão. Porém a imagem talvez a acentue.
Beijos

Sofá Amarelo disse...

Às vezes as palavras são o que menos contam,desde que se consiga expressar as emoções e os desejos através da liberdade e da sensualidade, pois mesmo que esta esteja escondida jamais estará mascarada...

alice disse...

para que este poema fosse possível, não podia haver egoísmo... beijinho grande, marta.

avlisjota disse...

Deixemos que aconteça naturalmente sem medos...
Se não a conseguimos mostrar ao menos não a escondamos.

Lindo Marta

Bjs e bom fim de semana!

José

Nilson Barcelli disse...

O amor não deve ter medos nem pode ser mascarado, principalmente da pessoas amada.
Gostei imenso do teu poema, excelente.
Querida amiga, boa semana.
Um beijo.