Loucuras de que não
temos memórias,
mas que estão
agora presentes.
O prazer no prazer.
Sem pensar em mais nada.
Sem lamentar não te ter
conhecido antes.
Amar-te,
embebendo-me
no teu desejo,
e sentir-me
impaciente,
tão impaciente
como tu,
para te possuir.
Nessa confusão
em que fica
o corpo,
depois do amor.
No olhar,
no sorriso
já nosso.
Memórias
partilhadas,
sentidas e
tocadas.
Foto de Pascal Renoux
Textos protegidos pelo IGAC
- Cópias, totais ou parciais, proibidas -

8 comentários:
As melhores memórias são aquelas que se partilham e que vêm do sentir e do tocar... porque é tocando e sentindo que os sentidos e os corpos ficam impacientes numa confusão febril que conduz os desejos ao êxtase do prazer...
És sim, uma mestra das palavras, minha amiga querida!
Lindo ler-te... e inspirador! :o)
Beijos, flores e muitos sorrisos... sempre!
Lindo o seu poema.
Tão lindo como um acto de amor supremo.
Memórias essas, que dão vida!
Beijito.
Há coisas que temos na memória que não há memória...
Achei este poema muito bom, desde logo pelo trocadilho usado com a palavra memória.
No restante, a boa qualidade poética a que já no habituaste.
Querida amiga, boa semana.
Um beijo.
Chère Marta,
C'est avec plaisir quee je suis passée par ici et que j'ai découvert un "coin" rien qu'à toi avec tes poèmes ! C'est une belle description de l'acte d'amour et de son impatience.
Bisous
Verdinha
... quando o amor é vivido intensamente, recordá-lo é voltar a vivê-lo.
Aquilo (na foto) é o que se pode chamar um mar de lençóis!
Beijos e sorrisos.
Simplesmente fantástico... este faz sonhar algo de bom :-) hehhe
Bjs
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