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ABRIGO

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Esta noite, a chuva volta a pedir-me abrigo. Mas, eu, endiabrada, abro a porta e sou eu, quem nela, encontra abrigo. Num desabafo, Numa inspiração. Num nomento criativo. Deixando que o Vento me roube. 2º O que me rouba o Vento? Palavras? Emoções? Sentimentos? Nada. Namora-me. Dorme em mim. Depois, solta-me. Num poema único, secreto. Foto de Graça Loureiro "Let your heart beat again" (Olhares) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas

POR ENTRE OS DEDOS

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O desejo ainda fala . Esfomeado, intenso, escapa-se-me por entre os dedos, e cobiça-te. Traz-te até à minha cama. Onde te amo livremente. Onde gosto de te amar . Sem sombras, sem banalidades. Apenas isso: amar-te. 2º Sucumbo. Ao Vento. Sem medo. Porque me sinto inteira. Nego-lhe, no entanto, o teu beijo, o teu toque. Sou ciumenta. Foto de Graça Loureiro, "Sleeping Beauty" (Olhares.Com) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas

BOCA

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A verdade??? Diz-me porque achas a minha boca sensual. Se a queres beijar. Não o imagines somente. Fá-lo. Demoradamente. Toca-a com os teus lábios. Abre os meus. E delicia-te com a textura. Entrelaça-a na tua. Vive-a. Torna-a parte de ti. Não penses. Repete-o. 2º Beijo-te na boca. Percorro-te. Respondo às insinuações da tua. Tomo-lhe o gosto. Liberto o meu. Num grito, sente-se como o coração acelera. Como as mãos correm desenfreadamente. Desconheço o autor da foto - recebida por mail (HI5) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas)

BRAMIDO DO MAR

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Adoro seduzir-te, e encantar a noite. Esta noite, confundo-te. Deixo-te completamente só. Apenas as velas estão acesas e a lingerie espalhada pelo chão. Num cenário, em nada exagerado. Muito banal, até. Mas porque não estou aqui, nua em frente à lareira, com um copo de vinho na mão? 2º Onde estou? A sentir a fúria do mar. Não o vejo da janela do quarto. Cheiro-o, no entanto. Um cheiro forte, a algas e a espuma, cinzenta e cerrada. Hoje, quero que me ames, ouvindo, ao longe, o bramido do mar. Foto de Negateven "When my arms wrap around you" (Olhares) Texto protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas

LOUCAMENTE

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Ama-me loucamente. Revive-me em sonhos esquecidos. Recria-me em todos os momentos. Em sorrisos involuntários, que apregoam a vontade de cederes à tentação. De vestires o corpo de prazer e deixares que a alma se apaixone febrilmente. 2º Torna a noite inesquecível. Que, no meu corpo, fique apenas o riso. Que no calor do teu corpo, fique à mercê dos suspiros e dos sussurros Por entre a prata e o dourado da noite, siga caminho por entre o desejo. Foto de Graça Loureiro, "Cou_Cou" (Olhares) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas

ASSIM

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Hoje não consegui escrever. Nem quis pensar em ti. Inevitável pensar em ti, e ter saudades tuas. Nunca a consegui definir, - a saudade -. E, às vezes, acho que é só isso que sinto. Que sei sentir. Que escolho sentir. 2º Não é fácil descrever-me assim. Mas quem me pode censurar, se me repito? Tenho saudades tuas. E não te falo sobre elas. Imagem "Luz Ténue" cedida pela Renata (Desconheço o autor) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas

PALAVRAS PROIBIDAS

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Amei-te esta noite. Em sonhos, com palavras proibidas. Nunca as escrevi. Nunca as disse. Disse-as hoje. Ao teu ouvido. Fiquei confusa. Envergonhada. Pronta a fugir. Mas tu disseste-as também. Ao meu ouvido. Soube, então, que, entre nós, nem as palavras estão proibidas. Foto de Virginia Pinhão "Goodnight, honey" (Olhares.Com) Textos protegidos pelo IGAC - Cópias proibidas Texto já colocado no WAF