soa o vozeirão do Vento
na tranquilidade da noite.
“Fujam, escondam-se!
Nada,eu perdoarei esta noite!
É minha!”
E desço pelos montes, em reboliço.
Invado, furibundo, os vales.
Exijo, arrogante,
obediência ao arvoredo.
Foto de António Jorge Nunes (1000 Imagens)

6 comentários:
Pois é, Marta, anda por aí um vento que tudo quer derrubar. Há que resistir-lhe.
Um Feliz Natal!
Feliz Natal! E votos que o Novo Ano te traga tudo de bom.
eijitos.
Feliz Natal
Bjs
Arvoredo que pode ser dono dos vales e das encostas mas tem que se vergar ao Vento, quando este soa alto e ameaça invadir o espaço, furibundo e arrogante, mesmo que seja na tranquilidade da noite !
violento esse vento!
obrigada pela companhia durante o ano!
e votos de Boas Festas para ti também!
um beijo
Vento arrogante ?!
Não será atribuir ao vento um pecado que o Vento não cometeu ?
Temos de equacionar essa hipótese...
Ele passa por nós devagar ou depressa, mas raramente deixa consequências.
E o Vento é útil para mexer e remexer as coisas...
Para tornar límpidas as águas paradas e estagnadas...
Espero que tenha tido um Bom Natal.
Enviar um comentário