
Perder-me no labirinto da lua é
perder-me no teu sorriso e improvisar-me
no sabor do teu beijo.
É escutá-lo contra a palma da minha mão
e saber que não é uma memória distante.
É descer pelo Vento, à procura desse inimigo fatal,
a quem chamo cobarde e ignorante.
O tempo ri-se, porque até sabe o que é paixão.
Ou não me restituiria as tuas carícias intactas.
Foto de Zemotion "Redemption" (DeviantArt)
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6 comentários:
A Lua e o Vento são cúmplices, improvisam carícias e paixões, desenham labirintos de memórias distantes e fazem do tempo sabores intactos de beijos...
Perder ou/e encontrar...
Gosto sempre de te ler, Martinha e este é mais um belo poema
Um bjinho e uma flor
Amiga linda!
Este poema esta de tiar o folego...
Amei!
Beijos, flores e muitos sorrisos!
O tempo faz com que a verdade seja como o azeite...
Querida amiga, gostei do teu poema. Parabéns pela inspiração que conseguiste colocar no papel.
Boa semana, beijos.
Olá Marta
O tempo é a cura de todos os males, sejam eles de amor ou...
a verdade é como o azeite que sempre vêm à tona e a mentira tem perna curta.
O belo está em nós é só esplaná-lo
e que bem o estás a fazer!
Bjs e fica bem!
José
Tudo lindo aqui, minha querida!
Que bom encontrar este seu espaço...
Virei sempre!
Beijo
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