sábado, 3 de julho de 2010

INTACTAS






Perder-me no labirinto da lua é

perder-me no teu sorriso e improvisar-me

no sabor do teu beijo.

É escutá-lo contra a palma da minha mão

e saber que não é uma memória distante.

É descer pelo Vento, à procura desse inimigo fatal,

a quem chamo cobarde e ignorante.

O tempo ri-se, porque até sabe o que é paixão.

Ou não me restituiria as tuas carícias intactas.





Foto de Zemotion "Redemption" (DeviantArt)

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6 comentários:

Sofá Amarelo disse...

A Lua e o Vento são cúmplices, improvisam carícias e paixões, desenham labirintos de memórias distantes e fazem do tempo sabores intactos de beijos...

Amita disse...

Perder ou/e encontrar...
Gosto sempre de te ler, Martinha e este é mais um belo poema
Um bjinho e uma flor

Carmem L Vilanova disse...

Amiga linda!
Este poema esta de tiar o folego...
Amei!
Beijos, flores e muitos sorrisos!

Nilson Barcelli disse...

O tempo faz com que a verdade seja como o azeite...
Querida amiga, gostei do teu poema. Parabéns pela inspiração que conseguiste colocar no papel.
Boa semana, beijos.

avlisjota disse...

Olá Marta

O tempo é a cura de todos os males, sejam eles de amor ou...
a verdade é como o azeite que sempre vêm à tona e a mentira tem perna curta.

O belo está em nós é só esplaná-lo
e que bem o estás a fazer!

Bjs e fica bem!

José

Zélia Guardiano disse...

Tudo lindo aqui, minha querida!
Que bom encontrar este seu espaço...
Virei sempre!
Beijo