domingo, 7 de agosto de 2016

A VERDADEIRA HISTÓRIA DE ZÉ DO LAÇO - PARTE VI


E cá estou eu a caminho da Mealhada...

Evito a estrada principal e chego mais cedo do que o previsto.  

Dizem-me que tenho que esperar e recomendam-me um restaurante.

Não há que hesitar: leitão com dose dupla de batatas fritas. 

Vinho??? Não, é melhor um Ice Tea... 

Instalo-me na esplanada e desfruto por completo da hora livre...

Estou a acabar a sobremesa e recebo um telefonema. 

A encomenda está pronta e posso regressar à base.

Chego à garagem pouco depois das sete da tarde. 

E, horror dos horrores, o Tavares está lá e faz-me sinal para o seguir até ao gabinete.

" O que fiz de errado?" e passo rapidamente em revista todas as entregas que fiz.

Mas não é sobre isso que o Tavares quer falar...


(CONTINUA)

2 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Sim, Mealhada é sinónimo de uma boa refeição de leitão, mas atenção, evitar aqueles restaurantes mais conhecidos por vários motivos: nos menos conhecidos geralmente come-se melhor, paga-se menos e no caso do Zé do Laço ele terá todo o interesse em estar num local mais discreto...

Agostinho disse...

Vim, agorinha mesmo, e surpreendi-me com a "Verdadeira História do Zé do Laço" ou a história verdadeira, tanto faz. Na VI parte ou episódio! Está claro, fui por aí abaixo até à Ribeira do Douro, vi e li neblinas e claridades postas a preceito para caracterização dos figurões - figurantes e actor-narrador - sempre muito bem enquadrados em fachadas esconsas, que os negócios precisam ter décors verosimilhantes, para iludir tansos, ficais, asais e outros que tais.
Num tom e ritmo bem feito e perfeitamente fílmico. Quem vai passar isto para celulóide ou digital?
Espero por mais, Marta, o mais tardar ontem.