quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O NADA




Esta é uma carta ao Sol...
Uma carta sobre o brilho, sobre o dourado...
Para esquecer o frio da noite...
A solidão... O silêncio...
E depois... o nada....


4 comentários:

Gabriel Arcanjo disse...

Depois
Do nada
Nada mais
O silêncio
A solidão
O frio da noite
O amanhã
O dourado
Brilho do sol
Que segue
Nesta carta...

Sofá Amarelo disse...

O Sol é grande, pode ser receptor de todas as cartas, sendo que o seu brilho não se altera com o volume nem o conteúdo das mesmas... e escrevendo ao Sol há sempre a possibilidade de reduzir o frio, a solidão, e até o nada...

sub helena disse...

Lindo poema... O nada chega, invade, enche e se vai, deixando para traz a esperança do que um dia foi quase um nada, tornando tudo em nós... Beijo.

Ailime disse...

Boa noite Marta,
E o nada é tanto quando se ama!
Magnífico poema!
Um beijinho,
Ailime
(Muito obrigada pela sua visita)