
Diz-me tudo o que pensas
antes de sussurrares o meu nome
e de te perderes em mim.
Diz-me tudo o que sonhaste,
mesmo quando o tempo conspira
contra nós e o dia acaba sem me
teres em ti.
Conta-me tudo no silêncio,
no calor e no suor.
No prazer em que o corpo derrapa.
No êxtase em que tudo culmina.
Foto: Facebook (Desconheço o autor)
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7 comentários:
... Julião, além de se ter em conta de um óptimo amante, não conseguia debitar uma frase seguida sem perceber onde começavam as regras gramaticais e acabava a estupidez natural. Quando Josefa o convidou a dizer tudo o que pensava sorriu alarvemente "pra quê? não tás farta de saber que quando penso me canso?"
Beijos e sorrisos
Partilhar tudo é também uma forma de cumplicidade e de entrega quando os corpos derrapam no silêncio do êxtase. E tudo começa num sussurrar de nomes...
Marta
Não distiguido o autor embora. Pontuou a tua sensilidade literária, pois o pensamento poético é estupendo.
Beijos
Daniel
Adorei o poema.
As sinestesias percorrem-no como as palavras e o silêncio o corpo dos amantes.
Soberbo!
Cada um melhor do que o outro... é assim que leio os teus poemas :).
Beijo e bom fim de semana.
esta fotografia é uma maravilha :) e as palavras ficam bem aqui... um beijinho grande, marta. bom fim de semana!
sensuais palavras que acompanham o corpo sedutoramente exposto!
beijos, marta
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