sábado, 11 de setembro de 2004

Á CHUVA

Tento antecipar-me à chuva, que me surpreende na rua. Corro à procura de abrigo, mas mesmo assim, o casaco fica trespassado pelas pingas grossas, que queimam a pele sem dó e piedade. Desfaz-me o penteado e só se ouve exclamações de raiva, frustação e risos divertidos. Eu ri também, pois não faço qualquer esforço para me resguardar. Tento proteger o botão frágil de rosa, que alguém me deu, num gesto simpático após as férias!

1 comentário:

lique disse...

Olá Marta! Ando a passear pelas casas dos amigos e vim ver como estavas. Encontro-te passeando à chuva. Guarda bem a rosa que, embora frágil, é preciosa. Beijinhos